segunda-feira, 19 de junho de 2017

Metrô de SP lança aplicativo para receber denúncias de passageiros.

Usuários podem comunicar emergências, como casos de abuso sexual, e problemas operacionais durante viagens. Ferramenta acelera atendimento às queixas, diz Metrô. 

(Foto: G1)

 O Metrô de São Paulo lançou um aplicativo para que os passageiros possam comunicar emergências e problemas operacionais ou de segurança durante as viagens. O app, chamado Conecta, já está disponível nas lojas virtuais e é gratuito.

A nova ferramenta foi lançada há cerca de dez dias e promete respostas mais rápidas às denúncias dos usuários do transporte público. Na primeira semana de funcionamento o aplicativo já foi baixado por 3,3 mil pessoas, que já fizeram cerca de 500 queixas.

Os casos de abuso sexual são prioritários e passam na frente de qualquer outra comunicação. Além de mandar a mensagem, o passageiro pode enviar fotos e vídeos.

As mensagens enviadas agora caem direto no sistema do Metrô, no Centro de Controle Operacional. Na mesma hora, um funcionário da segurança aciona o setor responsável para verificar a denúncia. Caso falte alguma informação na queixa, o próprio operador entra em contato com o denunciante, estabelecendo uma conversa.

“O imediatismo é a diferença. O Conecta garante que a imagem chegue quase instantaneamente. Com o SMS, nós não temos mais essa garantia, em função da mudança de tecnologia”, celebra o coordenador de atendimento e serviço do Metrô, Marcos Borges.

Se depender da quantidade de falhas operacionais do Metrô, os encarregados de receber e atender às comunicações terão trabalho. Só neste ano, foram 106 problemas em trens ou equipamentos de via, segundo levantamento do SP2. A campeã em falhas é a Linha 1-Azul, com 42, seguida pelo Linha 3-Vermelha, com 26. 

Fonte: G1

 

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Número de viagens diárias de bilhete único cai pela metade em SP

Em abril, o valor do bilhete foi reajustado. Com mudanças, SPTrans arrecadou 30% menos entre março e maio.



número de viagens diárias permitidas no bilhete único mensal caiu pela metade. Antes os passageiros podiam fazer 20 viagens por dia, mas desde maio o limite máximo passou a ser de 10 viagens. Além disso, em abril, o valor do bilhete foi reajustado de R$ 140 para R$ 190, nas viagens exclusivas de ônibus, e de R$ 230 para R$ 300, para quem usa ônibus, Metrô e CPTM.

A SPTrans informou que a redução gradual do limite de uso do bilhete começou há um ano e só em maio chegou ao limite de dez viagens. "A mudança ocorreu como medida de prevenção e combate às fraudes praticadas contra o Bilhete Único", afirmou a SPTrans em nota.

Entre março, antes das mudanças, e maio, depois que o valor das passagens subiu e o número de viagens ficou limitado a 10, a SPTrans arrecadou 30% menos com o bilhete único mensal. O que significa que ele ficou mais caro e menos atrativo. Segundo a SPTrans, a redução do limite de utilização da cota mensal do bilhete único foi para a prevenção e combate às fraudes e que o limite foi calculado com base na média de utilização diária dos passageiros.
Mas os passageiros que são trabalhadores autônomos, que precisam visitar clientes em diversos lugares da cidade, reclamam da decisão.

Cintia Oliveira é depiladora e para ir ao salão de beleza em que trabalha ela precisa de seis conduções por dia. Mas para aumentar o orçamento, ela vendia produtos de beleza e teve que parar com este trabalho extra, porque teria pagar a passagem para fazer as entregas.

As informações são do G1

terça-feira, 13 de junho de 2017

Trecho das estações Fradique Coutinho e Paulista estarão fechadas no dia 15

Linha 4-Amarela terá interdição entre estações Paulista e Fradique Coutinho no feriado de Corpus Christi, dia 15

Para completar o percurso haverá serviço complementar por ônibus da operação Paese


Os passageiros que forem utilizar a Linha 4-Amarela de metrô nesta quinta-feira, dia 15, feriado de Corpus Christi, devem ficar atentos às mudanças na operação. O trecho entre as estações Paulista e Fradique Coutinho estará interditado durante o horário operacional (das 4h40 à meia-noite) para a execução de obras na futura Estação Oscar Freire. As obras estão sob responsabilidade da Companhia do Metropolitano de São Paulo – Metrô.
A ViaQuatro, concessionária que opera a Linha 4-Amarela, colocará à disposição dos passageiros serviço de ônibus do sistema Paese (Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência) para o deslocamento no trecho interditado.
No desembarque, o passageiro receberá uma senha na área paga das estações Paulista ou Fradique Coutinho, próxima aos bloqueios, e deve devolvê-la ao embarcar na próxima estação. A senha garante o acesso dos usuários somente entre essas duas estações da Linha 4-Amarela e vale apenas para esta quinta-feira, dia da interdição.
Na Estação Fradique Coutinho, o ponto de ônibus do Paese será em frente ao acesso da rua dos Pinheiros. Já na estação Paulista ficará situado em frente ao acesso no lado par da rua da Consolação, sentido bairro. A operação será normal entre Butantã e Fradique Coutinho e entre Paulista e Luz.
Com a operação diferenciada desta quinta-feira, a orientação aos usuários será reforçada em todas as estações da Linha 4-Amarela com cartazes, mensagens sonoras e veiculação de informações nos monitores de TV das estações, plataformas e trens. A equipe de atendimento também está preparada para auxiliar os usuários nos deslocamentos, minimizar os impactos das mudanças e garantir a segurança.
Informações adicionais podem ser obtidas na Central de Atendimento (0800 770 7100), de segunda a sexta-feira, das 6h30 às 22h00, sábado e domingo, das 8h00 às 18h00. Outros canais de comunicação também estão à disposição, como a Ouvidoria (ouvidoria@viaquatro.com.br) e o Fale Conosco no link http://www.viaquatro.com.br/fale-conosco.
As informações são da ViaQuatro

segunda-feira, 12 de junho de 2017

STJ nega recurso de deputado do PT e mantem tarifas do Metrô, CPTM e EMTU com reajuste.

Com isso, integrações entre ônibus municipais de São Paulo e sistema de trilhos continuam com os valores atuais.

(Foto: CPTM em Foco)

O STJ – Superior Tribunal de Justiça negou nesta quarta-feira, 7 de junho de 2017, recurso (agravo interno) movido pelo deputado estadual de São Paulo, Alencar Santana Braga, contra o reajuste das tarifas integradas entre ônibus municipais de São Paulo e o sistema de trilhos (Metrô e CPTM), do Corredor Metropolitano ABD e dos ônibus comuns e seletivos metropolitanos da Grande São Paulo, gerenciados pela EMTU – Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos.

Com a nova decisão, estas tarifas que foram reajustadas no dia 15 abril continuam nos mesmos patamares.

A justiça também liberou a cobrança de R$ 1 para a integração entre ônibus municipais de São Paulo e o corredor Metropolitano ABD, no terminal São Mateus; e os ônibus municipais de Diadema e as linhas deste mesmo corredor, nos terminais Piraporinha e Diadema.

Entretanto, o governo do estado ainda não tem uma estimativa de data para iniciar esta cobrança.

Desde janeiro, o Governo do Estado tentava aumentar o valor das integrações, enquanto a tarifa básica unitária do Metrô e CPTM continuo em R$ 3,80 para acompanhar o congelamento do valor da passagem de ônibus municipais de São Paulo pelo prefeito João Dória, também em R$ 3 80.

Foram quatro derrotas judicias consecutivas da gestão Alckmin por causa da ação movida pela bancada do PT na Assembleia Legislativa até que no dia 08 de abril, a presidente do STJ – Superior Tribunal de Justiça, Laurita Vaz, suspendeu as decisões judiciais anteriores que impediam o Governo do Estado de São Paulo aplicar os reajustes nas tarifas integradas entre ônibus municipais gerenciados pela SPTrans – São Paulo Transportes, e a rede de trilhos do Metrô e da CPTM –  Companhia Paulista de Trens Metropolitanos.

Na decisão, a magistrada entendeu que não cabe ao poder judiciário decidir sobre políticas tarifárias.

TARIFAS:

·         Tarifa do Metrô: valor de R$ 3,80
·         Tarifa da CPTM: valor de R$ 3,80
·         Tarifa de ônibus: valor de R$ 3,80
·         Integração ônibus + Metrô/CPTM: R$ 6,80
·         Bilhete 24 horas (comum): R$ 15
·         Bilhete 24 horas (integração): R$ 20
·         Bilhete mensal (comum): R$ 190
·         Bilhete mensal (integração): R$ 300
·         Corredor Metropolitano ABD (Metra): R$ 4,30
·         Ônibus EMTU: Valores dependem da extensão da linha e categoria dos serviços (comuns ou seletivos)
   
        Fonte: Diário do Transporte

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Falha humana causou descarrilamento da Linha 1-Azul do Metrô, diz companhia


Foto: Metrô SP Noticiando

Operador envolvido no acidente foi afastado. Estações São Judas, Conceição e Jabaquara, na Zona Sul, passaram o dia fechadas.


Falha humana foi a causa de um descarrilamento na Linha 1-Azul do Metrô na manhã desta sexta-feira (9). Segundo o Metrô, operador do centro de comando descumpriu um procedimento operacional de segurança, o que teria provocado o descarrilamento.

Uma apuração preliminar indicou que o operador, que foi afastado, liberou o condutor do trem para operar no sistema manual, enquanto a via funcionava no sistema automático. Essa diferença teria feito com que o trem saísse do trilho, de acordo com o Metrô.

A Linha 1-Azul passou o dia funcionando apenas entre as estações Tucuruvi e Saúde. No trecho Saúde e Jabaquara os passageiros utilizaram os ônibus do sistema Paese. Segundo o Metrô, por meio de sua assessoria de imprensa, o processo de normalização da linha foi iniciado também por volta das 19h.

Segundo a produção da TV Globo, foram três descarrilamentos no Metrô e três em trens da CPTM neste ano.

As informações são do G1

Descarrilamento no Metrô fecha três estações da Linha 1-Azul em SP




Estações São Judas, Conceição e Jabaquara estão fechadas e passageiros têm de usar ônibus do sistema Paese. A linha funciona apenas entre as estações Tucuruvi e Saúde.

Uma falha em um trem da Linha 1-Azul do Metrô provocou o fechamento das estações São Judas, Conceição e Jabaquara por volta das 10h desta sexta-feira (9). A linha funciona apenas entre as estações Tucuruvi e Saúde. No trecho Saúde e Jabaquara os passageiros estão tendo de utilizar os ônibus do sistema Paese.

Segundo a assessoria de imprensa do Metrô, um trem descarrilou na estação Jabaquara em um equipamento de mudança de via. O motivo é desconhecido.

A Linha 3-Vermelha do Metrô tem a circulação dos trens com velocidade reduzida como reflexo do problema na Linha 1-Azul.

Fonte: G1

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Projeto transforma uniformes usados da ViaQuatro em peças de roupas e acessórios

Parceria entre ViaQuatro e Retalhar garantiu a destinação ambiental adequada a 1,2 toneladas de tecido com a reciclagem de quase 3 mil uniformes.

A ViaQuatro, concessionária que administra a Linha 4-Amarela de metrô de São Paulo, é a primeira empresa do setor de transporte coletivo a firmar parceria com a empresa socioambiental Retalhar para reciclar os uniformes descartados por seus colaboradores. A iniciativa reduz emissões de carbono e poupa aterros sanitários. A Retalhar se responsabiliza e atesta a correta destinação dos resíduos têxteis por meio da emissão de um certificado ambiental.

(Divulgação ViaQuatro)

De janeiro a maio, 2.943 peças de uniformes   não contaminados foram destinados a Retalhar e receberam destinação ambiental adequada, somando 1,2 toneladas de tecido. Ao evitar a incineração desse material, 17,8 tCO²e (toneladas de CO² equivalente) deixaram de ser lançadas na atmosfera (volume proporcional ao plantio de 113 árvores). Também foram poupados 9,1m³ de aterro, proporcional ao volume de quase dois carros populares.

O resultado da reciclagem volta ao mercado em peças de roupas e acessórios, como cobertores populares, aventais, estojos, necessaires e até mantas para construção civil e automobilística.
“Demonstramos proatividade frente à preocupante situação dos resíduos sólidos no Brasil, evitando prejuízos ao solo e à água”, afirma Juliana Alcides, gestora de Sustentabilidade da ViaQuatro. Ela ressalta que a concessionária aderiu à parceria também pelo aspecto social, pois a Retalhar prioriza a inclusão ao beneficiar sete cooperativas que empregam 37 mulheres.

“A ideia é fomentar a economia solidária, contribuindo para o cálculo do valor do produto de forma viável para todos os envolvidos – empresas e cooperativas. Com isso, temos a criação de empregos e geração de renda e o empoderamento de cooperativas, por meio do incentivo à formalização e à profissionalização dos processos”, afirma o gestor ambiental Jonas Lessa, sócio da Retalhar.