quinta-feira, 6 de julho de 2017

Estações Luz e República da Linha 4-Amarela fecham  neste domingo, dia 9

Os passageiros podem fazer transferência pelas linhas 2-Verde, 1-Azul e 3-Vermelha do Metrô.

Foto: Redes Sociais

São Paulo, julho de 2017 - Os passageiros devem ficar atentos a mudanças na operação da Linha 4-Amarela neste domingo, dia 9. As estações Luz e República estarão fechadas para embarque e desembarque durante toda a operação comercial (4h40 à meia-noite).

A restrição operacional ocorrerá para execução de obras na futura estação Higienópolis-Mackenzie, sob responsabilidade da Companhia do Metropolitano de São Paulo – Metrô. Caso os serviços terminem antes do programado, a operação normal será retomada.

Os passageiros poderão utilizar o próprio sistema metroviário para realizar seus trajetos. Os usuários que entrarem nas estações Butantã, Pinheiros, Faria Lima e Fradique Coutinho com destino às estações República e Luz devem desembarcar em Paulista e seguir viagem usando a integração com a Linha 2-Verde do Metrô.

Já os passageiros que estiverem na estação Luz devem utilizar a integração com a Linha 1-Azul do Metrô. Quem estiver na estação República pode fazer a transferência para a Linha 3-Vermelha do Metrô para prosseguir sua viagem pelo sistema.

As estações República (Linha 3-Vermelha) e Luz (Linha 1-Azul) do Metrô funcionam normalmente. A operação será normal nas demais estações da Linha 4-Amarela no trecho entre as estações Paulista-Butantã.

Com a operação diferenciada deste domingo, a orientação aos usuários será reforçada em toda a Linha 4-Amarela com cartazes, mensagens sonoras e veiculação de informações nos monitores de TV das estações, plataformas e trens. A equipe de atendimento também está preparada para auxiliar os usuários nos deslocamentos, minimizar os impactos das mudanças e garantir a segurança.

Informações adicionais podem ser obtidas na Central de Atendimento (0800 770 7100), de segunda a sexta-feira, das 6h30 às 22h, sábado e domingo, das 8h às 18h. Outros canais de comunicação também estão à disposição, como a Ouvidoria (ouvidoria@viaquatro.com.br) e o Fale Conosco no link http://www.viaquatro.com.br/fale-conosco.

Informações adicionais podem ser obtidas na Central de Atendimento (0800 770 7100), de segunda a sexta-feira, das 6h30 às 22h, e aos sábados e domingos, das 8h às 18h. Os passageiros também podem utilizar o Fale Conosco no endereço http://www.viaquatro.com.br/fale-conosco.

As informações são da ViaQuatro

Sander, ex-vocalista da boyband Twister, fala sobre tocar no metrô: 'Muito mais feliz do que era antes'

Em 2000, grupo foi um dos mais tocados do país. Cantor que foi preso em 2003 agora 'passa a cartola no metrô sem vergonha nenhuma': 'Liberdade de hoje nem se compara; prefiro o que faço agora'.

Sander Mecca, cantor que já foi figurinha fácil em TVs e rádios do Brasil na boyband Twister, tem se apresentado há três meses nas linhas verde e azul do metrô de São Paulo. Ele embarcou na empreitada para divulgar um EP lançado no ano passado e complementar a renda na música.

"Prefiro o que faço agora", diz, comparando a liberdade musical de hoje e do Twister, que teve os hits "40 graus" e "Perdi você" em 2000 e abriu para o 'NSync no Estádio Azteca, no México, em 2001.

Twister em foto de 2001, com Sander à frente (Foto: Divulgação)

Liberdade é palavra-chave na trajetória de reviravoltas. Em 2003, após o fim do grupo, Sander foi preso em SP com drogas e enquadrado como traficante - alega que eram só para consumo próprio. Cumpriu pena até 2005. Ficou na mesma cela dos irmãos Cravinhos e de outro detento que tinha o apelido de "Tony Ramos". Ele era chamado por lá de "Tuíste", e a cela ficou conhecida como "Casa dos artistas". Ao ser solto, virou a página e investe em música autoral em shows solo de rock e MPB.

Durante dez anos, participou do projeto Oficina dos Menestreis, que faz espetáculos de teatro e música em SP. Em 2013, rolou uma breve turnê de reunião do Twister. "Mas as músicas de antes não têm nada a ver com as minhas de hoje. Foi só um revival", diz.

No ano passado, ele lançou o EP solo "Não Estrutural" . Uma das músicas foi gravada com Zeca Baleiro ("Dia de são nunca") e outra foi composta por Zeca para Sander ("Um pária").

"Faço outros shows em lugares pequenos na Vila Madalena, Pinheiros. E há três meses uso os shows no metrô como divulgação do EP e como renda. É mais lucrativo que depender de couvert. Com a crise, o pessoal não tem saído de casa e é difícil ter shows cheios".

Quando estourou no Twister, Sander tinha 17 anos. Hoje, tem 34 e, após "se casar e separar um monte de vezes", mora com os pais. "Tive minha fase difícil, de glória, tensa, 'trash'... Tudo constrói o artista e a pessoa que sou hoje. Pensei: por que não ir para a rua, no metrô? Achei interessante e fui incentivado por amigos. Pedi dicas e fui aprendendo. Tem o horário certo, o trecho certo. Aprendi que tem que cantar antes da estação Consolação, quando todo mundo sai."

"As pessoas recebem bem, algumas me reconhecem. Mas, às vezes, no fim da tarde, você pega gente que nem tira o fone de ouvido. Vou pronto para receber qualquer tipo de pessoa. Passo a cartola sem vergonha nenhuma, e 'vamo que vamo'." Ele diz que chega a ganhar entre R$ 200 e 300 em uma tarde no metrô.

E se algum passageiro pede para Sander cantar "40 graus"? "Já pediram. Mas aí eu falo: 'Pô, essa daí eu era garoto, muito jovem.' E mostro o que eu estou fazendo agora". Não rola o revival, mas sempre tem pelo menos uma selfie com fãs das antigas no vagão. As apresentações no metrô são na raça, sem nenhum apoio.

"Inclusive os seguranças me colocam para fora se veem. O Metrô considera uma contravenção leve, e geralmente tira a pessoa com respeito".


Na terça-feira (4), um vídeo postado pelo DJ Fernando Telles repercutiu além do Instagram e fez muita gente descobrir o paradeiro do ex-Twister. "Aumentaram os views, os likes, as audições. Fiquei feliz porque é isso é uma mídia. Arte de guerrilha, ir atrás do povo."

"Prefiro cantar o que eu e meus amigos compomos, dando um recado muito mais autêntico. O Twister foi divertido, aprendi com o mainstream, mas a gente era garoto, longe de ter identidade".

"Até o que dizer em entrevista era ditado pela gravadora. Nem se compara com a liberdade de hoje. Fui me descobrindo, achei minha personalidade e estou muito feliz de fazer shows no metrô, na rua. Estou muito mais contente que antes."

Sander espera o metrô junto com sua namorada, que também é cantora e às vezes o acompanha nas apresentações, Marília Calderon (Foto: Arquivo pessoal)

'Plot Twister'

Outra fonte ocasional de renda são palestras sobre a experiência na prisão, tema do seu livro "Inferno amarelo". Entre os casos do livro, ele lembra que tomou LSD para gravar o clipe de "40 graus" (aquele com uma roupa que lembra um astronauta).

Ele também conta que, na prisão, durante um banho de sol, um guarda apontou uma arma para sua cabeça e o forçou o "Tuíste" a cantar "40 graus" para os presos. Se fosse filme, daria para achar forçados os "plot twists", ou viradas no roteiro.

Uma última pergunta para Sander Mecca: Por que ele escreveu a frase "É tudo ilusão" no seu status no WhatsApp? "Porque eu não sei o que é real ou não. Se gente está vendo uma coisa, pode ser só uma projeção que o cérebro mostra. Se eu estou pegando em uma pedra, não sei se ela existe."

Para quem já cantou em estádio lotado, na penitenciária, em clipe vestido de astronauta e em vagão de metrô, descobrir que foi tudo ilusão tipo "Matrix" não seria tão absurdo mesmo.

As informações são do G1

Novas estações de Metrô dão 'cara nova' para Linha 5-Lilás.

‘Bolhas’ são marca de Alto da Boa Vista, Borba Gato e Brooklin, que serão abertas em agosto.


Cúpulas fazem parte da proposta de aproveitar ao máximo a luz natural | Foto: TIAGO QUEIROZ / ESTADÃO
Com entrega prometida para o mês que vem, o Metrô se prepara para abrir mais três estações ao público e emplacar uma nova “cara” para a Linha 5-Lilás, que opera na zona sul e, até o fim do ano, deverá chegar ao centro. As Estações Alto da Boa Vista, Borba Gato e Brooklin estão com as obras civis praticamente concluídas e passam, agora, pela instalação de sistemas elétricos. O Estado visitou as três paradas, que apresentam características verdes e sociais.

A nova face já surge com as cúpulas de vidro nas entradas principais das estações. Chamadas de “bolhas” pelos funcionários, fazem parte da proposta de aproveitar ao máximo a luz natural, economizando eletricidade. 

Essa mesma diretriz permitirá ainda que, além das três estações, a zona sul da capital ganhe novas praças - os locais construídos para abrigar as claraboias que levarão a luz até a plataforma e ficarão abertos ao público. “As plataformas ficam mais ou menos a 30 metros de profundidade”, explica o engenheiro da Linha 5 Michel Mastaler. “Abaixo delas, há porões por onde toda a rede de cabos vai passar”, afirma.

Foto: Estadão

Quem usar as estações notará ainda duas diferenças na comparação com as estações mais recentes. A primeira é a falta das portas de plataforma, tidas como uma opção de maior segurança. “Estão contratadas com o sistema CBTC (o controle computadorizado dos trens) e deverão estar instaladas até a entrega do novo trecho”, informa o Metrô.



Também não haverá as catracas que têm portas de acesso automáticas, instaladas nas Linhas 2-Verde e 4-Amarela. Para o Metrô, controles de acesso antigos, com roletas, “apresentam melhores resultados operacionais”. Por dia, 54,2 mil pessoas deverão usar as três estações. 

Até o fim do ano, quando o restante da Linha 5 for entregue, pelas três paradas circularão 60,2 mil pessoas. Ao todo, a Linha 5 custará R$ 9 bilhões.

As novas praças ainda têm recuos para o embarque e desembarque de carros, o que é defendido pelo professor do Departamento de Transportes da Universidade de São Paulo (USP) Claudio da Cunha Barbieri, que destaca a influência da era dos transportes por aplicativo. “Uma grande parcela usa transporte individual para a primeira ou última milha da viagem.”


Espera

Moradores da região de Santo Amaro aguardam a abertura com expectativa. “Essa obra já demorou demais. Os tapumes estão aqui há anos (a obra começou em 2011). Vou muito ao médico no Ibirapuera. Acho que, quando abrir, vou de metrô em vez de ir de táxi”,diz a aposentada Lourdes Manzanares, de 62 anos, vizinha da futura Estação Brooklin. 


A Linha 5 tinha entrega prometida inicialmente para 2015. Alvo de ações criminais nos Ministérios Públicos Estadual e Federal, por causa da ação de cartéis nas licitações, os serviços chegaram a ser paralisados por um mês em 2011. O MPE viu sobrepreço de R$ 320 milhões.

No mesmo local, há o corredor de ônibus intermunicipal que liga a zona sul à Diadema, no ABC. “Venho até aqui (na Avenida Roque Petroni Júnior) e tomo outro ônibus para ir até o Brooklin. Para mim, vai ajudar”, contou a recepcionista Clarice Araújo, de 23 anos, moradora de Americanópolis. 

Das estações restantes, Ibirapuera, Moema, AACD-Servidor, Hospital São Paulo, Santa Cruz e Chácara Klabin têm entrega prometida até o fim deste ano. A Estação Campo Belo, que um dia terá conexão com o monotrilho da Linha 17-Ouro, será inaugurada no ano que vem. 

Distribuição

Para o Metrô, uma das consequências da conclusão da Linha 5 é o alívio de outros pontos da rede, especialmente o saturado corredor que liga as Linhas 4-Amarela e 2-Verde nas Estações Paulista e Consolação. Com as novas opções de conexão, “o fluxo concentrado de usuários na Estação Paulista da Linha 4 será dividido com a nova opção de transferência na Estação Chácara Klabin”, afirma o diretor de Engenharia e Construções, Sérgio Amalfi Meca. 

O professor Cunha Barbieri, por outro lado, afirma que esse movimento ainda dependerá dos “testes práticos” dos passageiros. “É preciso avaliar o tempo de viagem, a lotação e o quanto o transporte é confiável”, disse, lembrando que a Linha 9-Esmeralda da CPTM, usada na viagem atual e com menos estações no trajeto, é conhecida por paralisações e lotação, além de ser mais lenta. 

As informações são do Estadão

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Alckmin dá prazo para Linha 6 até fim de julho enquanto torce por interesse de Grupo espanhol.

Trata-se do grupo Cintra-Ferrovial, que tem demonstrado interesse não só em comprar a parte das empresas brasileiras no consórcio, como também de buscar o financiamento do BNDES e retomar as obras.

Foto: Redes Sociais
Em mais um capítulo da novela das obras da Linha 6-Laranja, o Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, veio a público ontem para dar um novo prazo para o imbróglio que envolve a retomada das obras.  “Ou resolve neste mês de julho ou já será iniciado o processo de caducidade para fazer uma nova licitação”, disse o Governador.

Veja mais sobre o assunto: https://goo.gl/69rfUz

Agora a ameaça, já feita em ocasiões anteriores de rescisão do contrato com o Consórcio Move, responsável pela Linha, tem ao menos no fundo do palco a possibilidade de um socorro externo.

Sabedores de que uma rescisão contratual não resolve o problema de imediato, antes o posterga para uma longa disputa judicial, as autoridades do estado sinalizaram nesta terça-feira (4) com a possibilidade de um grupo espanhol assumir o contrato. Trata-se do grupo Cintra-Ferrovial, que tem demonstrado interesse não só em comprar a parte das empresas brasileiras no consórcio, como também de buscar o financiamento do BNDES e retomar as obras.

Clodoaldo Pelissioni, secretário dos Transportes Metropolitanos, disse em coletiva: “Esperamos que nos próximos dias a empresa chegue com uma proposta formal. Se ela não chegar, aí sim vamos abrir um processo de caducidade”, reforçando a ameaça expressa por Alckmin contra as atuais empresas.

Enquanto o socorro da cavalaria espanhola não chega, o governo de São Paulo verbalizou ontem um novo prazo – inadiável, garantiu Geraldo Alckmin –  que expira no fim deste mês. É o tempo para a concessionária Move, responsável pela construção e operação da Linha 6-Laranja não só retomar as obras, paradas desde setembro de 2016, como atestar que tem condições de continuar os trabalhos.

Rescindir o contrato significa, na sequência, que o Governo fará nova licitação das obras, prazos que demandarão ainda mais incertezas no horizonte. Segundo Pelissioni, a rescisão do contrato abriria um prazo mínimo de seis meses para uma nova empresa ser contratada.

O consórcio, formado pelas empresas Odebrecht Transport, Queiroz Galvão, UTC Engenharia e o fundo Eco Realty, pode desistir de continuar com as obras, caso não consiga liberar o financiamento do BNDES. Segundo o secretário Clodoaldo Pelissioni, a Operação Lava Jato complicou a situação das empresas junto à instituição financeira.

A Linha 6–Laranja em sua primeira fase deverá ligar a estação São Joaquim, na Linha 1–Azul, a uma futura estação no bairro da Brasilândia.

Numa segunda fase será estendida da região da Rodovia dos Bandeirantes até Cidade Líder, na zona leste. Passará próximo a diversas faculdades, como UNIP, FMU, FGV, PUC, Mackenzie e FAAP, motivo pelo qual foi apelidada de “Linha das Universidades”.

As informações são do Diário do Transporte.

Ex-vocalista da banda Twister canta no metrô de São Paulo.

Cantor do grupo que foi sucesso na década passada chegou a ser preso em 2003.


Cantor Sander Mecca no metrô de São paulo (Reprodução/Instagram)

O ex-vocalista da boy band Twister — sucesso dos anos 2000, com músicas como 40 graus e Perdi Você — foi filmado tocando no metrô de São Paulo. Sander Mecca está em carreira solo e lançou no ano passado o clipe da música O Dia de São Nunca, que contou com participação de Zeca Baleiro

(Via Instagram @djfernandotelles)

O vídeo foi postado por um usuário do Instagram e recebeu comentários do próprio artista. “Arte em qualquer parte”, comentou ele, que ainda aproveitou o espaço para se promover: “Estou também no Spotify! Quem quiser conhecer mais meu som atual, pode buscar!”.

As informações são da Veja

terça-feira, 4 de julho de 2017

Dois homens são presos suspeitos de fraude em bilhete único, no Centro de SP

Quadrilha era investigada há mais de um ano e vai responder por estelionato


 (Foto: Reprodução/TV Globo)
Dois homens foram presos, nesta segunda-feira (3), na estação de Metrô São Bento, no Centro da cidade de São Paulo. Eles são suspeitos de participarem de um esquema de fraude de bilhete único.

A Polícia aprendeu cartões de bilhete único falsificados, dinheiro, celulares e um notebook. No computador, os investigadores encontraram mais de R$ 15 mil em créditos para o bilhete único. Os cartões passarão por perícia.

Segundo o delegado Newton Fujita, a quadrilha era investigada há mais de um ano e os dois suspeitos vão responder por estelionato.

As informações são do G1

Cultura Livre Circuito Cultural ViaQuatro surpreende com a diversidade da música instrumental na Linha 4-Amarela de metrô


Música indiana e clássicos do samba estão entre as atrações que passam semanalmente pelas sete estações.

Foto: Redes Sociais

A concessionária ViaQuatro, responsável pela operação e manutenção da Linha 4-Amarela de metrô, em parceria com a APAA (Associação Paulista dos Amigos da Arte), oferece a seus usuários a série de shows Cultura Livre Circuito Cultural ViaQuatro, um cardápio surpreendente de atrações de música instrumental que celebra a diversidade cultural. As bandas se apresentam ao longo de uma semana, passando pelas sete estações da linha, sempre às 13h. Somente nesse ano, já foram realizadas 29 apresentações. Confira a programação:
Fabio Kidesh e convidados – 10 a 16 de julho
O repertório propõe uma pausa na correria do dia a dia com músicas clássicas indianas, flamenco e mantras executados com flauta, baixo, bateria e tablas indianas.
Sax in the Beats – 7 a 13 de agosto
A dupla de bateria e saxofone chama atenção primeiramente por usar máscaras de cavalo e panda, mas o animado repertório de sucessos de MPB, Rock e Jazz já conquista os paulistanos nas ruas e parques desde 2011.
Grupo Dedo de Moça – 18 a 24 de setembro
Releituras para clássicos do samba ganham personalidade por conta da formação camerística desse trio feminino que une violino e cello a cavaquinho a flauta e violão 7 cordas.
Serviço
O Cultura Livre Circuito Cultural ViaQuatro será realizado em cada uma das sete estações a cada dia da semana, sempre às 13h:
Segunda-feira – Estação Faria Lima
Terça-feira – Estação Pinheiros
Quarta-feira – Estação Butantã
Quinta-feira – Estação Luz
Sexta-feira – Estação República
Sábado – Paulista
Domingo – Fradique Coutinho

As informações são da: ViaQuatro.