quinta-feira, 4 de maio de 2017

Metroviários suspendem greve

Foto reprodução: Sindicato dos Metroviários de São Paulo

Intrajornada de meia hora prorrogada por mais 90 dias

No dia 4/5, o Juiz Fábio do Nascimento Oliveira, da 50ª Vara do Trabalho, emitiu sentença que prorroga por mais 90 dias, a partir de 4/5, a intrajornada de meia hora. Por conta disso, a greve marcada para 5/5 foi suspensa.
No período de 90 dias temos que buscar junto à SRTE (Superintendência Regional do Trabalho e Emprego) a homologação das portarias que garantam nossas escalas e jornadas.

O Metrô nos informou, por meio de carta, que o retorno aos horários normais deverá ser feito a partir do dia 7/5, a partir da zero hora. A assembleia não concordou com isso e decidiu que todos devem voltar imediatamente aos horários normais.

A coragem da categoria, que parou nos dias 15/3 e 28/4 (Greve Geral) e marcou nossa paralisação para 5/5 foi fundamental para conseguirmos a prorrogação da Intrajornada.

Decisões da assembleia:
. Suspensão da greve marcada para 5/5
. Não aceitaremos nenhuma punição ou desconto
. Não aceitaremos retorno aos horários normais a partir de 7/5 (domingo). Retorno imediato aos horários normais.
. Quem entrou hoje (4/5) no horário da empresa deve sair amanhã no horário normal.


Metrô de SP vai funcionar normalmente nesta sexta-feira (5)



Todas as linhas do Metrô de São Paulo vão funcionar normalmente nesta sexta-feira (5). Em assembleia realizada na noite desta quinta-feira (4) na sede do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, os trabalhadores votaram por não fazer paralisação.

Os metroviários planejavam parar por 24 horas em protesto contra a mudança no sistema de escala de trabalho e intra-jornada implementado pelo Metrô. Segundo a assessoria de imprensa do sindicato, o aumento em uma hora da jornada de trabalho foi adiado temporariamente por 90 dias.

O Tribunal Regional do Trabalho havia aceitado recurso do Metrô e determinado que se houvesse paralisação, os metroviários deveriam manter em atividade 80% dos trabalhadores em horário de pico (das 6h às 9h e das 16h às 19h). Nos demais períodos, o efetivo deveria ser de 60%.

As informações são do G1

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Metrô de São Paulo pode entrar em greve na sexta-feira

Segundo o sindicato dos metroviários, decisão da Justiça acarretou em aumento da jornada diária dos trabalhadores nessa semana

Uma semana após a greve geral convocada pelas centrais sindicais do país, o metrô pode voltar a fazer uma paralisação na próxima sexta-feira (05/05). Dessa vez, contudo, a manifestação dos trabalhadores não é contra as reformas trabalhista e da Previdência, mas por uma questão interna do Metrô. Haverá, nesta quinta-feira (04/05), uma nova assembleia de metroviários para discutir a questão.

Segundo o coordenador geral do sindicato dos metroviários, Wagner Fajardo, uma decisão da Justiça do Trabalho acarretou em aumento da jornada diária dos trabalhadores nessa semana. De acordo com o sindicalista, anteriormente os trabalhadores faziam oito horas corridas de trabalho diariamente, com meia hora de descanso remunerado. “Nessa meia hora, o trabalhador estava inclusive à disposição da empresa, se houvesse um acidente, por exemplo, teria de voltar ao trabalho”, explica ele.

Com a decisão judicial, contudo, os trabalhadores passam a fazer uma jornada de oito horas, mais uma hora de almoço. Na prática, os metroviários costumavam passar oito horas por dia no trabalho, e agora terão de ficar nove horas – sendo uma hora de descanso.

As informações são da Revista Época

Metroviários ameaçam entrar em greve na próxima sexta (5/5)


Categoria em estado de greve contra aumento unilateral da jornada de trabalho

Sindicato afirma que Metrô está implantando intervalo de uma hora de forma autoritária, aumentando a jornada e provocando muitos transtornos aos trabalhadores.

Contra o aumento unilateral da jornada pela companhia, os metroviários decidiram, em assembleia, entrar em estado de greve. A categoria poderá paralisar suas atividades por 24 horas nesta sexta-feira (05/05). Uma nova assembleia para avaliar a paralisação será realizada nesta quinta (04/05).

Segundo o Sindicato dos Metroviários de São Paulo, na terça-feira à noite (02/05), uma assembleia aprovou estado de greve e os metroviários poderão parar na sexta por conta da postura da empresa em aumentar a jornada dos metroviários. Ainda segundo os metroviários, apesar de declarar que é favorável à Intra-jornada de meia hora, o Metrô está implantando o intervalo de uma hora de forma autoritária, aumentando a jornada e provocando muitos transtornos aos trabalhadores.

A sentença do juiz não autoriza nenhuma alteração de escala, não determina horário de entrada ou saída, não autoriza o Metrô a fazer mudança de escala e não determina horário de intervalo entre a 4ª e 6ª hora. Por isso, para a categoria, o Metrô está cometendo vários abusos.

O Sindicato defende a manutenção dos 30 minutos e propôs ao Metrô que, momentaneamente, a Intra-jornada de uma hora ocorresse dentro das jornadas atuais.

Resoluções da assembleia:
– Greve de 24 horas contra o aumento da jornada na sexta – Nenhuma punição e nenhum desconto pela intransigência do Metrô. – Assembleia quinta-feira às 18h30.

Acusações contra o Metrô:

– Alteração de horários: Metrô realizou de forma unilateral. – Intervalo entre a 4ª e 6ª hora: não consta da sentença. – Horário intermediário das 10h às 19h: desconsiderou a vida social dos metroviários. – Manutenção noturna: mudou o horário dos companheiros que saiam por volta das 5h30 da manhã e agora terão de sair por volta das 8h de forma desnecessária.

As informações são do ABCD Maior

Atraso deixa projeto do metrô no ABC mais caro


Previsto para estar em funcionamento em 2014, o projeto da linha 18-Bronze do Metrô, que deve ligar o ABC à capital por meio de sistema monotrilho, já apresenta custo acima do que foi estimado inicialmente. A informação consta no balanço de riscos fiscais das PPPs (Parcerias Público-Privada) do governo de Geraldo Alckmin (PSDB), divulgado no Diário Oficial do último sábado.

Diante de tal situação, o governo estadual informou ao Metro Jornal que essa previsão de custos adicionais não faz parte do orçamento do Estado para 2017.

O balanço de riscos fiscais mostra que a linha 18-Bronze tem investimento de R$ 1,93 bilhão, com data-base de julho de 2014. Como até agora, quase três anos depois da assinatura do contrato, a PPP não foi iniciada, os custos do projeto devem ser reajustados.

A futura linha conta com R$ 1,27 bilhão por meio de financiamento do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Social), R$ 400 milhões de repasse do OGU (Orçamento Geral da União) e R$ 252,4 milhões do Tesouro do Estado. Além do aporte, o projeto prevê R$ 406,9 milhões para as desapropriações.

De acordo com o balanço, as verbas do BNDES e do OGU não podem ser aumentadas. Com isso, o governo estadual terá de arcar com a elevação de custos do projeto.

“Dessa forma, as correções dos valores contratuais poderão resultar em riscos fiscais advindos da ocorrência da necessidade de suplementação dos R$ 252,4 milhões”, alerta a publicação. Portanto, de acordo com o texto, tais custos adicionais podem afetar as contas públicas do Estado.

Segundo o governo, os riscos fiscais concentram-se nos processos de desapropriações. Atualmente, o projeto esbarra na falta de verba para tal intervenção.  

O governo Alckmin diz que aguarda a autorização da Cofiex (Comissão de Financiamentos Externos), do Ministério do Planejamento, para a captação do recurso. Já a pasta federal alega que o governo estadual não apresentou capacidade de pagamento desse montante solicitado.

O Estado diz que reivindica ao governo federal a revisão dos critérios de avaliação de crédito. “A metodologia adotada pela Secretaria do Tesouro Nacional não leva em conta a situação financeira de São Paulo diante do cenário de crise no resto do país”, diz nota do governo estadual.

Diante de tantos entraves, a obra segue sem prazo de início e conclusão.

Obra já tem 3 adiamentos

O início das obras da linha 18-Bronze do Metrô já teve pelo menos três adiamentos. Em agosto de 2014, foi assinada a PPP entre o governo estadual e o consórcio de empresas vencedor da licitação. Na ocasião, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) afirmou que as obras seriam iniciadas em 90 dias, o que não aconteceu.

Em abril de 2015, o governo prometeu começar as obras, no máximo, até dezembro do mesmo ano. A promessa não foi cumprida.

Após duas prorrogações, o governo Alckmin estipulou uma nova data para o pontapé inicial nos serviços: o segundo semestre de 2016, prazo que também não foi cumprido.

As informações são do Jornal Metro

terça-feira, 2 de maio de 2017

Serra teria recebido propina de obras do Metrô

José Serra foi governador de SP entre 2007 e 2011 (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)

O senador e ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB) e outras quatro pessoas teriam recebido propina nas obras da Linha 2-Verde, do Metrô, na capital paulista.

Segundo o ex-superintendente da Odebrecht Fábio Gandolfo, o dinheiro foi repassado ao ex-presidente da companhia Luiz Carlos David e dois funcionários - identificados como Sérgio Brasil e Décio Tambelli -, além de um intermediário do TCE (Tribunal de Contas do Estado).

O objetivo era garantir a aprovação de 20 aditivos nos contratos, que somavam quase R$ 300 milhões.

Em nota, o Metrô diz que tem rígidos controles e mantém firme o compromisso de ser uma empresa transparente e com serviços cada vez melhores.

As informações são do Jornal Metro


Alckmin: estação Taboão ficará para próximo governador


O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), prevê que a estação Taboão da Serra, última no trajeto da Linha 4-Amarela do Metrô da capital paulista, deverá ser entregue no mandato do próximo governador.

“Vamos entregar até o fim deste ano Higienópolis-Mackenzie. No começo do ano que vem, Oscar Freire e, depois, São Paulo-Morumbi. Vamos tentar até o fim de 2018 entregar Vila Sônia. E vou dar início ao projeto executivo da estação do Metrô até Taboão”, disse. Alckmin esteve, nesta terça-feira (2), em Taboão da Serra para a abertura de uma unidade do Bom Prato no município.

O governo de São Paulo retomou as obras da linha administrada pela iniciativa privada depois de o consórcio responsável ter abandonado os canteiros. Quando estiver pronta, a Linha Amarela irá operar entre as estações Luz e Taboão da Serra.

Com a proximidade do ano eleitoral, o governo promete acelerar obras do Metrô para cumprir promessas antigas. A meta é entregar novos 23 quilômetros de trilhos até o fim de 2018, mais do que foi feito até aqui desde 2005.

As informações são do Jornal Metro